O que mudou
Desde agosto de 2024, quem digita "ótica perto de mim" no Google não vê primeiro uma lista. Vê um resumo escrito por inteligência artificial, com três ou quatro nomes e uma frase sobre cada um. A lista de sites, onde o seu nome sempre esteve, vem depois, mais abaixo.
Isso não é um teste nem uma novidade para poucos. É a busca do Google no Brasil, no celular de quem mora perto de você.
O que isso pede do seu negócio
Para citar uma empresa no resumo, o Google precisa entender três coisas: o que você faz, onde, e para quem. Ele não descobre isso sozinho. Ele lê o que está publicado: a sua ficha no Google, as avaliações dos seus clientes e o seu site, se houver.
Anúncio não resolve isso. Anúncio compra um espaço enquanto você paga. O resumo é montado com o que existe de graça sobre você, e fica.
Quase todo mundo lê avaliações antes de escolher uma loja física: 96%, segundo a pesquisa Decisão Local 2025. A escolha acontece ali, antes de qualquer contato.
Por onde começar
- Categoria certa na ficha do Google. "Ótica" e "loja de óculos" não são a mesma coisa para a busca.
- Horário verdadeiro, com feriado e sábado. Ficha que diz "aberto" e está fechada vira avaliação negativa.
- Uma foto deste mês. Fachada, equipe, o serviço acontecendo. Foto velha diz "parado".
- Serviços listados um a um, com o nome que o cliente usa, não o nome técnico.
Se você fizer só uma coisa esta semana: abra a sua ficha no Google como se fosse um cliente e corrija o primeiro erro que encontrar.

